ATUALIZAÇÃO:

Em nota oficial, a Cervejaria Santa Catarina esclarece:


A direção da Cervejaria Santa Catarina – empresa que produz as marcas Saint Bier e Coruja – vem, por meio deste, esclarecer que em nenhum momento houve conversação para que uma das referidas marcas passassem a ser de propriedade da Brasil Kirin, conforme citado em publicação veiculada no Blog FullPintBR neste mês de agosto. A informação que chegou a este Blog, portanto, não condiz com a verdade.

Esclarecemos ainda que nosso grande foco está totalmente voltado ao investimento constante em qualidade e inovação. Temos orgulho em afirmar que as cervejas aqui produzidas são privilegiadas por passar por um processo dotado de equipamentos de última geração e, principalmente, por contar com as melhores matérias-primas para a preservação de sabores. É por tudo isso que reiteramos que não há pretensão de nossa parte em vender as nossas marcas.

Aos autores da publicação, colocamo-nos à disposição caso ainda haja alguma dúvida relacionada ao assunto.

 

Vanessa Nórdio – Jornalista [JP 03972/SC]

Assessora de Imprensa da Cervejaria Santa Catarina Ltda

 


Coruja é Brasil Kirin – A Brasil Kirin (antiga Schincariol) é a Mainstream que mais tem cervejarias artesanais no Brasil. Começou com a Baden Baden e a Devassa em 2007 e depois a Eisenbahn em 2008. Até 2011 era uma empresa familiar e então, foi adquirida pela japonesa Kirin.

Fato é que desde 2008 a BK não fazia “manobras bruscas” no mercado de artesanais, apesar de todo ano ter lançamentos, reavivar o concurso Mestre Cervejeiro e mais.

Quando então, já no fim de agosto de 2015 uma notícia ecoa pelos bastidores, que “a Cervejaria Coruja foi comprada pela Kirin“.

 

OK, mas tem alguns detalhes, como por exemplo o fato da Coruja não possuir “planta cervejeira própria” e ser produzida na Saint Bier e não só produzida, como também o fato da Coruja SER DA Saint Bier, e ai abrimos 3 perguntas: a BK comprou a OPERAÇÃO e a MARCA Coruja, a BK comprou a Saint Bier ou nenhuma das anteriores?

E mais: fuçando por ai, descobri que, ainda que internamente, a Barco já é da Saint Bier! Portanto caros leitores, podemos ter uns bons coelhos numa tacada só ou a boleadeira pode não acertar ninguém, nem a ave de rapina :)

Saint Bier: vai ou não vai?

Falei com Rafael Rodrigues, um dos sócios da Coruja e ele afirmou:

Me avisa pra quem eu preciso passar minha conta. Nem sei quem é Kirin. .. não conheço nenhuma pessoa de lá.

Rafael disse ainda eu não ser o primeiro a perguntar sobre o assunto pra ele no mesmo dia… Mas sou o primeiro a contar pra vocês, oras :)

Rafael – O gente boa da Coruja nega tudo.

Pela minúscula experiência que eu tenho nestes casos (vide a Colorado) eu espero pra ter certeza das coisas.

Mas falando em Colorado, onde há fumaça, há fogo.

Mística por suas embalagens “que estouram” ao abrir e por ter a linha viva e extra viva (cervejas claras sem pasteurização) os puristas já lamentam e até proferem palavras de baixo calão para esta possível aquisição. Eu ainda não tenho opinião formada para esta operação em específico, mas sei que, tirando a Devassa que a então Schin comprou mais pelo nome do que pela cerveja, sempre enxerguei as artesanais da Kirin com bons olhos e ela certamente também, afinal posso afirmar com certeza que é a Maimstream que melhor cuida de suas Crafts no Brasil. Vou atualizando aqui.

Viva e Extra Viva – 1 Litro de tradição

Se isso tudo for conversa mole ou “boato maldoso” eu aviso também.

Saúde e voa longe Coruja!

Coruja é Brasil Kirin

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